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Links 1 through 10 of 158 by Paulo Vasconcellos tagged it_market

Depois que até o Mestre Jacobson apelou para metáforas ludopédicas, é claro que não vou furar a bola alçada pela dupla que comanda a seleção canarinho, né? Ao tentar justificar a lista de convocados nesta semana, o auxiliar-técnico Jorginho disse mais ou menos o seguinte:

A técnica apenas não basta. É preciso mostrar comprometimento.

Com certeza é isso que justifica a presença de Felipe Mello, Josué, Júlio Batista, Elano, Gilberto e outros caras que mal conseguem se firmar em seus clubes mas merecem espaço na nossa seleção. E é a mesma desculpa para a ausência de Ronaldinho, Neymar, Hernanes, Elias etc etc etc. Nosso campo é outro, verde em outro sentido. E o que quero propor é um papo sobre o conflito Talento X Comprometimento.

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Uma brincadeira que fiz no finito me empurrou para cá - aquela sobre o "Crítico de Oficinas". O tema me incomoda desde que comecei a reparar que uma famosa publicação adora anunciar novas profissões em TI que são um tanto esotéricas e estranhas. Detetive de redes sociais, por exemplo. Não dá pra crer na viabilidade ou longevidade de muitos chutes que aparecem lá e em outras paradas. Assim como é impossível apostar em qualquer profissão que possa ser facilmente trocada por aplicações, como é o caso do "detetive" em questão. Há tempos sabemos que as profissões mais quentes e promissoras, particularmente em TI, são aquelas que dependem demais do intelecto e do talento, da criatividade e da sensibilidade. Características que, até onde sei, ainda estão muito distantes de sistemas, robôs e afins.

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Quem é de fora quase sempre classifica TI como uma "caixa preta". Uma imensa e cara "caixa preta". Já tem um bom tempo que muita gente séria trabalha para reduzir a distância que existe entre uma organização e seu braço de tecnologia da informação. Infelizmente, o lado obscuro e exotérico prevalece.

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Pois é, cá estou novamente brincando de bidu. Meus tiros configuram mais uma lista de desejos do que "previsões" propriamente ditas. Portanto, se acerto ou erro, não faz muita diferença. Acertei, por exemplo, que a Sun não chegaria como empresa independente no final de 2009.

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"Quem é que geralmente acaba comandando tudo? O cara de vendas."

- Steve Jobs, citado em "A Cabeça de Steve Jobs"

O trecho acima foi surrupiado de um dos capítulos mais provocativos e controversos do livro "A Cabeça de Steve Jobs", o capítulo 6 - "Espírito Inventivo". Leander Kahney, o autor, pinta um Jobs romântico, que coloca a experiência do consumidor acima de tudo. Acima de tudo mesmo! Inclusive das vendas.

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São várias (as coisas que não entendo). Algumas menos que outras. Por exemplo, não consigo entender "As 100 Empresas + Ligadas do Brasil", lista publicada anualmente pelo INFO, um cadinho antes da listona de sua co-irmã, "As Melhores e Maiores" da EXAME.

Não entendo porque:
Os critérios não são muito claros;
Os critérios são simplistas (investimento em TI, nº de computadores, nº de funcionários, reciclagem e tecnologias limpas); e
A turma que elabora a lista nem se preocupa em mostrar a evolução das empresas em relação ao ano anterior.

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